Um mostrador na arma, um mapa no safe zone
Munições, modo de tiro e bateria à frente dos olhos, sem tirar a mão da réplica. E, no safe zone, um mapa ao vivo de toda a gente.
Lusco, de lusco-fusco — a meia-luz do entardecer. A hora a que um jogo ainda vai a meio e já ninguém vê o companheiro do lado.
São duas coisas
Um heads-up display montado na calha da Specna Arms SA-E21, ligado por Bluetooth à HAL² ETU da própria réplica.
Cada unidade envia o que sabe, pelo telemóvel do jogador, para um mapa que a equipa abre no portátil ou num ecrã grande.
A costura
É de propósito. Significa que o mapa não consegue dessincronizar as munições de ninguém, nem levar a culpa a meio de um tiroteio. O que volta para trás é pouco e é o que a arma mostra: o esquadrão, para cada unidade conhecer os companheiros sem os ouvir pelo rádio, o relógio do jogo, o ponto de reunião, e se o jogador saiu do campo.
Onde isto está, hoje